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10-Deus cura uma mulher cancerosa
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Indo em direção aquela casa, estávamos orando, pedindo ao Senhor que nos orientássemos, pois queríamos ver o seu poder, o sobrenatural acontecer ali naquele lugar! Deixamos as crianças do lado de fora, e entramos na casa; Ao entrar sentimos um cheiro muito forte que já tomava conta daquele ambiente. Ao olharmos vimos uma mulher que estava agonizando encima de uma cama, era realmente uma cena triste, e estava difícil conversar com ela, e por isso eu fui direto ao assunto perguntando-a se ela cria no poder de Deus, e ela logo de imediato disse que sim, e também fiz o convite, se ela queria aceitar ao Senhor Jesus como seu Salvador; Acho que ela já tinha ouvido falar de Jesus, pois imediatamente ela respondeu que sim, que o queria, e que precisava muito Dele. Fizemos assim, oramos primeiro “apresentando” ela ao Senhor, pedindo a Ele que apagasse todos os seus pecados, pois ela estava arrependida e queria que Ele mudasse a sua vida; e logo depois repreendemos a enfermidade. Vimos todos que Deus tinha urgência com aquela mulher, pois ela já estava sentindo o alívio. Já não gemia mais, e foi ficando tranquila, parecia que havia tomado um tranquilizante era incrível o que estava acontecendo, mas sabemos que Deus havia tido misericórdia dela, e ela estava recebendo ali, da parte de Deus um refrigério. Quando ela se recuperou totalmente, isso levou alguns minutos, pois antes ela estava como que dormindo, e nós a acompanhávamos com olhares, não de espanto, e sim da certeza de que Deus a estava curando para a glória do seu nome; (já recuperada) começou a nos contar o que havia acontecido com ela; pois já estava desenganada pelos médicos; Não conseguia mais se alimentar, tomava apenas liquido isso fazia com muita dificuldade. A filha dela confirmava tudo, dizendo que não estava mais aguentando aquela situação de ver sua mãe sofrendo tanto. Falamos mais do amor de Cristo, e pedimos a elas que confiassem inteiramente no Senhor, para que o Seu nome fosse glorificado ali naquele lugar. Ao vermos que a mulher já estava bem melhor, e que tinha até pedido a sua filha que lhe fizesse uma sopa para ela tomar, voltamos para casa com a certeza de que Deus estava conosco a todo o momento.
Os dias pareciam que não passavam, pois tamanha era a nossa ansiedade para realizarmos o trabalho naquele Bairro; Não era nem a metade da Semana e tudo já estava pronto; A historinha que iria ser contada, os corinhos que iríamos ensinar as crianças, as lembrancinhas, sacolas surpresas, etc. há e teríamos também muitas brincadeiras; Mas o objetivo maior era falar do amor de Deus. Às vezes ficávamos apreensivas, achando que as crianças poderiam ter esquecido.
Chegou finalmente o grande dia! Agora contávamos os minutos!
Quando chegamos à congregação, as crianças já estavam lá, podíamos ver em seus olhinhos a curiosidade de saber como seria! Elas pediam para ajudar, pois chegamos ali em um carro de um irmão, que tinha se prontificado a ajudar, e ao abrirmos o carro, elas viram que tinha cartazes, sacolas, e quiseram logo a nos ajudar levar tudo aquilo para dentro da Igrejinha. Foi bem divertido, vendo-as assoprarem balões, a nos ajudar também, colando cartazes... Já nos chamava até de tia. Sim, Tia Tania. Claro assim como você, eu também me lembrei da tia Lourdes, imagine só, eu sendo chamada de tia por aquelas crianças, escondi, mas senti uma emoção muito grande naquele momento. Eu parecia ser a pessoa mais feliz da Terra!
Foi só chegando crianças, e também alguns adultos. Comecei a ficar preocupada, com medo de não poder acomodar a todos; Mais Graças a Deus, deu tudo certo!
Começamos o “trabalhinho missionário” ou a festinha, como outras diziam, com oração. E logo em seguida com alguns corinhos, que ao aprenderem elas gostavam muito.
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As histórias eram sempre da Bíblia, mostrávamos a elas através das gravuras o amor de Deus para com a humanidade. “A história que eu gostava muito de contar era a da ovelhinha “Zizi”, aquela que se perdeu do pastor, a que era a de número cem.” Dizia sempre que as noventa e nove eram obedientes e não sofrerão dano nenhum, mas a “Zizi”, além de sofrer, foi quase devorada pelo lobo. Mostrava para elas através das historias como era bom obedecer a Deus, a seus pais e respeitar aos mais velhos. E vimos resultados disso mais tarde, pois pais viam nos contar da mudança de comportamento de seus filhos, e isso nos alegrava muito.
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