O pecado provoca muitos males...Com Jesus há segurança

O pecado provoca muitos males
Você já deve ter ouvido a parábola do Filho Pródigo contada por Jesus. Essa história traz muitos ensinamentos para nós. Aquele jovem rapaz tinha tudo para permanecer na casa de seu pai, obedecendo-o, ajudando-o e sendo feliz. Todavia, ele preferiu entrar pelo caminho da desobediência, não aceitando permanecer junto de seu pai. Ele esperava encontrar a felicidade longe das pessoas que o amavam. E sofreu por isso.
O rapaz não percebeu que era o pecado que estava lhe empurrando para fora do convívio familiar. A curiosidade era tanta para saber como seria a vida fora de casa, cuidar do seu próprio dinheiro, fazer o que bem entendesse… que se deixou dominar pela rebeldia e pela desobediência, perdendo, com isso, a proteção e a segurança do lar.
Este jovem não sabia que seu pai ficara muito triste quando o seu filho caçula resolveu sair de casa.
A família estava sendo separada e nenhum pai gosta de ver sua família desfeita.

Da mesma forma que um pai fica feliz em ver todos os filhos unidos com ele, assim Deus também deseja nos ver unidos, em comunhão com os irmãos. Em harmonia. Mas o pecado sempre quer quebrar a união, a unidade. Quando isso acontece, nos afastamos da presença de Deus, ficamos tristes. Apenas na presença do nosso Pai celeste encontramos abundancia de alegria (Salmos 16.11).
Por causa do pecado, muitas coisas ruins têm acontecido no mundo. Guerras, inimizades, violência, destruição… O pecado e um atentado contra a boa ordem social, atinge todos os segmentos da sociedade. A manifestação do pecado através do egoísmo, da ambição, da inveja e da injustiça, que se unem a sede de vingança e que faz as guerras, os ódios, as mortes e as desordens sociais.
Com Jesus há segurança









Damos graças ao nosso Pai celestial e bondoso por ter feito um plano de salvação para nos, seus filhos. Ele enviou seu único filho, Jesus, Salvador do mundo, para nos ligar de novo a Ele (João 3.16). Jesus morreu para que nossos pecados fossem perdoados e assim pudéssemos ter um caminho direto ao Pai (Hebreus 10.20; I Timóteo 2.5).
A melhor forma de não se separar de Deus, e caminhar longe do pecado. Essa distância pode ser com parada a uma larguíssima estrada. Nas margens do caminho há abismos perigosos e nesses limites estão colocados avisos: Acostamento perigoso, cuidado! Mantenha a distância!
Ora, aqueles que obedecem as placas, andam no meio da pista, conservam-se longe do abismo, estão seguros. Se trouxermos esta situação para a vida pratica, podemos dizer que o pré-adolescente (ou qualquer pessoa) que obedece, ama e confia em Deus de verdade, não anda a beira do pecado, correndo o risco de perder o céu de vista e a salvação. Ele vive andando bem juntinho de Jesus. Mas aqueles que caminham a beira do abismo, São desobedientes, por isso São tragados pelo pecado, passando a viver longe de Deus. Sua escolha errada pode trazer consequências terríveis como aconteceu com o filho que deixou o pecado se esconder e dominar a sua vida.
Para evitar que isso aconteça contigo, recomendamos:
- Não largue as mãos de Jesus nunca! Faça uma oração pedindo a Ele que proteja os seus pés de trilhar os caminhos tortuosos.    Tania Misso

“Pela graça sois salvos, mediante a fé. E isso não vem de vós, é dom de Deus.” (Ef 2.8)






“Pela graça sois salvos, mediante a fé. E isso não vem de vós, é dom de Deus.” (Ef 2.8)
Ninguém nasce com capacidade nem com vontade para crer. A fé não é uma herança nem uma transferência genética. A vontade de crer é um dom de Deus. A fé salvadora é um presente de Deus, gerada pela pregação da palavra, mediante a ação do seu Espírito. A semente da fé é plantada no coração pela pregação e nascida pela ação do Espírito Santo.
É Deus quem nos habilita a ter fé, porém, a responsabilidade de crer é nossa. Deus nos salva pela fé. Somos guardados até o dia da ressurreição pelo Seu poder, por intermédio da fé. Pela fé, somos justificados, somos adotados como filhos de Deus e recebemos a certeza da vida eterna. O Deus que exige que os homens tenham fé é o mesmo que a doa graciosamente a fé.
Deus requer dos homens a obra da fé, pois, sem fé, é impossível agradá-lo. Todavia, o homem não nasce com fé. A disposição para crer no Senhor Deus e na Sua palavra não é uma semente inata no coração, mas uma semente plantada. Todos nós estaríamos perdidos se Deus não nos tivesse doado a fé. Graças a Deus, pela doação da graça da fé.
Ore: Pai, Tua graça é maravilhosa! A minha convicção de que Tu és meu Deus pessoal, a quem amo e com quem ando, provém unicamente da graça que me capacitaste a crer. Em nome de Jesus. Amém".  Tania Misso

Por isso, vos digo que tudo quanto em oração pedirdes, crede que recebestes, e será assim convosco”.Marcos 11.24









“Por isso, vos digo que tudo quanto em oração pedirdes, crede que recebestes, e será assim convosco”.Marcos 11.24
Deus Decretou que iria responder a sua fé. Existe algo que possa nos fazer mais felizes? Tudo quanto pedirmos, já parou para pensar no tamanho desta promessa? É fantástica! Simplesmente fenomenal! Basta você pedir, crer e pronto!
Aí você irá dizer: – Então estou “frito”, eu não tenho fé! Calma, vou te ensinar o calculo para descobrir o tamanho da sua fé. Mas antes análise três exemplos bíblicos do que é fé:

1. Abraão creu em Deus chegando ao ponto de ir entregar o seu filho em oferta a Deus.
2. Elias, seguindo a ordem do Senhor, enfrentou quatrocentos e cinquenta profetas de um falso deus chamado Baal.
3. Naamã seguiu as instruções de Elizeu e mergulhou sete vezes no rio Jordão e foi curado da sua lepra. Poderíamos citar aqui inúmeras passagens sobre homens e mulheres que receberam grandes bênçãos através da sua fé em Deus. Quero no entanto que note o que nos mostra que eles realmente acreditavam em Deus: a obediência. É a obediência a prova da fé. Como você tem obedecido? Muito? Pouco? O tamanho da sua fé é um reflexo do tamanho da sua obediência. Se você tem obedecido saiba então que você tem fé, talvez muito mais do que você imagina"
               Tania Misso

Qualquer plano de evangelização por melhor que seja, com recursos, métodos, estratégias, fracassará, se não tiver o PODER DE DEUS.









"Oração e Jejum pela Cidade: Em Missões urbanas é preciso orar e jejuar pela cidade, pois o homem pecador se opõe a Deus: “Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita a lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser. Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus”. Rm 8.7 e 8. O diabo força o homem a não buscar a Deus (Ef 2.2; II Co 4.4).
Qualquer plano de evangelização por melhor que seja, com recursos, métodos, estratégias, fracassará, se não tiver o PODER DE DEUS. Este só vem pela fé e busca constante através da Oração. Sabemos que Deus age em favor do homem conforme Fp 1.29; Ef 2.8; Jo 6.44; mas, temos que estar cientes de que os demônios infestam as cidades, e só são expulsos pelo poder da oração e jejum (Sl 122; Jr 29.7; Lc 19.41). A oração e a base. Nisto o missionário tem que estar preparado.
Preparo das Pessoas para a Evangelização da Cidade: Esse preparo refere-se ao estudo da Palavra de Deus. É o preparo na Palavra conforme (II Tm 2.15). As seitas preparam bem seus adeptos. As igrejas precisam gastar tempo e recursos no preparo dos que evangelizam.
Planejamento da Evangelização: O sucesso da evangelização depende do Espírito Santo. Só Ele convence o pecador (Jo 16.8). Entretanto, no que depende de nós, precisamos fazer o que esta ao nosso alcance, fazer a nossa parte:
Preparar os meios necessários: literatura, equipamentos, recursos financeiros, etc. Mobilizar todos os departamentos da nossa igreja para a execução do que for planejado: jovens, adolescentes, adultos, e lideranças. Que Deus possa encontrar em você um missionário disposto a evangelizar a sua cidade e o mundo!"
                                                                                                                      Tania Misso

Culto aos anjos: apostasia no tempo do fim

Os anjos são mencionados na Bíblia como seres reais, não imaginários e nem mitológicos, desde o Jardim do Éden (Gn 3.24), passando pelos carvalhais de Manre (Gn 18.1) até a Ilha de Pátmos (Ap 22.8). É certo que inúmeros povos, mesmo pagãos, têm suas crenças acerca de anjos ou seres espirituais. Entre esses povos, não se distingue muito bem o que sejam anjos e demônios e ambos chegam a ser adorados e cultuados. Quanto a isso, Jesus deixou bastante claro ao príncipe das trevas: “Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a Ele darás culto”, Mt 4.10 e Lc 4.8.
O que aprendemos pela Escritura Sagrada é que os anjos têm funções que variam desde o serviço imediato diante do Trono de Deus até os mais diferentes serviços na esfera terrestre, envolvendo, inclusive, nações, comunidades ou mesmo indivíduos. Os anjos aparecem na transmissão da mensagem divina na Antiga Aliança (Dt 33.2-3). Eles aparecem ainda em inúmeros textos sagrados do Antigo Testamento, exercendo funções em favor do povo escolhido de Deus. São atuações marcantes que mostram como são poderosos. A Escritura, porém, não admite que sejam todo-poderosos. Isso é atribuído somente a Deus, o Criador dos anjos e dos homens.
Pelo relato sagrado, entendemos que os anjos são seres espirituais criados por Deus e que, apesar da rebelião liderada pelo querubim ungido, mantiveram-se fiéis a Deus no seu pacto e aliança. Somente um terço das hostes angelicais deixaram-se seduzir pelo inimigo de Deus. Em virtude dessa rebelião, os anjos caídos procuram seduzir pessoas incautas para que sejam adorados e cultuados. Os verdadeiros anjos de Deus recusam qualquer tipo de adoração (Ap 22.8-9).
Alguns textos paulinos mostram que a obra de Redenção não excluiu totalmente os anjos, embora a mensagem do Evangelho tenha sido confiada aos homens, que evangelizarão os seus semelhantes. Apesar disso, os anjos se fizeram presentes à anunciação do Senhor, no seu nascimento, durante a tentação no deserto e no ministério terreno de Jesus Cristo entre os homens. Um dos textos mais belos é o que se refere à oração sacerdotal de Cristo no Jardim do Getsêmane. Naquele momento de tanta agonia, diz Lucas: “Apareceu-lhe um anjo do céu, que o confortava”, Lc 22.43. Os anjos aparecem durante a ressurreição do Senhor e comunicam a boa nova de que Ele havia ressuscitado. Mais tarde, quando da ascensão do Senhor aos Céus, eles aparecem para confortar os discípulos.
Durante o período apostólico, os anjos em algumas ocasiões se fizeram presentes para cooperar na obra de expansão da igreja, provendo livramento para os apóstolos e seguidores do Senhor, como no caso em que Pedro era guardado na prisão e a igreja fazia constante oração. Entretanto, em nenhum lugar das Escrituras os anjos são adorados ou cultuados pela Igreja Primitiva, nem por nenhum dos verdadeiros seguidores de Jesus.
Paulo chega a escrever aos colossenses: “Ninguém vos domine a seu bel-prazer, com pretexto de humildade e culto dos anjos, metendo-se em coisas que não viu; estando debalde inchado na sua carnal compreensão, e não ligado à cabeça, do qual todo o corpo, provido e organizado pelas juntas e ligaduras, vai crescendo em aumento de Deus”, CI 2.18-19. Parece que, já naqueles dias, havia um grupo de separatistas, influenciado pelo gnosticismo vigente, praticando esse tipo de coisa e perturbando a fé dos cristãos, que de forma bastante ingênua deixavam-se levar por esse tipo de misticismo pagão.
Sabe-se que em virtude do respeito que o judaísmo tinha pelos anjos, por serem descritos como poderosos, havia uma espécie de crença mística que influenciava de certa forma, pois “ver um anjo” poderia ser considerado como experiência tão grande quanto ver o próprio Deus. Talvez por isso, a teologia judaica posterior ao cânon sagrado passou a encarar os anjos como mediadores entre Deus e os homens, e a posição tão elevada destes naturalmente fez com que alguns até os adorassem.
Foi em virtude destas práticas que a adoração aos anjos penetrou sorrateiramente na cristandade através de seitas gnósticas, como já falamos, que incorporaram esta prática nos seus ensinamentos. Todavia, a prática não era aceitável pelos verdadeiros cristãos (Ap 19.10).
De acordo com a Enciclopédia de Bíblia e Teologia, Justino Mártir informa que, no século 2dC, havia cristãos que veneravam a hoste dos anjos bons. Mas, foi logo após o século 4dC que o culto aos anjos tornou-se generalizado, sendo honrado especialmente o arcanjo Miguel. Os anjos figuravam com tanto destaque na arte e no culto dos cristãos medievais a ponto de serem pintados nas grandes catedrais romanas com muita frequência e detalhes. Nesses cenários, encontramos figuras de anjos adultos, adolescentes e crianças – masculinizados e feminilizados, como se passassem pelo mesmo processo biológico a que somos submetidos. Contudo, o Senhor Jesus,
ensinando acerca dos ressuscitados, enquadrou-os na mesma condição dos anjos, que “nem casam, nem são dados em casamento” (Mt 22.30).






Com o advento da Reforma Protestante e o retomo às Escrituras Sagradas, os líderes reformadores desencorajaram essa prática daninha no seio da igreja, e os liberais relegaram os anjos ao domínio da fantasia religiosa e poética. Entretanto, os verdadeiros crentes sabem qual o real papel desses seres espirituais. O escritor aos hebreus deixa bastante claro, como a luz do meio-dia, que “todos eles são espíritos ministradores, enviados para servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação” (Hb 1.14). Hebreus 2.5,9,16-18 e 3.1-2, e tantos outros textos, mostram que nossa fidelidade cristã deve ser inteiramente a Jesus, que se identificou conosco em carne e sangue, pagando o preço da nossa redenção.
Jesus afirmou que só o Espírito Santo é o enviado do Pai como “outro Consolador”. É o Espírito Santo que testifica de Jesus para a Igreja (Jo 14.16 -17; 15.26; 16.13-14).
Alguns homens enfatuados no seu saber carnal acreditam que têm poder devido à proximidade de seus “anjos guardiães”. Em alguns movimentos modernos da igreja cristã evangélica, têm surgido homens que acreditam que a iluminação ou revelação espiritual que obtiveram é mediada por anjos. Desse modo, procuram entrar em contato com o ser divino tendo como mediadores outros seres espirituais (aos quais denominam anjos).
Foi por esse e outros motivos que Paulo escreveu que considerava “anátema” dar crédito a qualquer acréscimo posterior feito ao evangelho canônico, ainda que isso viesse da parte de um anjo do céu (Gl1.6-9). Isso porque o apóstolo bem conhecia os ardis do maligno e o poder das obras da carne atuando mediante uma mente natural e não submetida ao senhorio de Cristo.
Convém, pois, estar atento para não cair na apostasia do culto aos anjos.

Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim. Isaías 6:8



E clamavam uns aos outros, dizendo: Santo, Santo, Santo é o SENHOR dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória.
Isaías 6:3










Não temas, ó Jacó, servo meu, e tu, Jesurum, a quem escolhi


Agora, pois, ouve, ó Jacó, servo meu, e tu, ó Israel, a quem escolhi.
Assim diz o SENHOR que te criou e te formou desde o ventre, e que te ajudará: Não temas, ó Jacó, servo meu, e tu, Jesurum, a quem escolhi.
Porque derramarei água sobre o sedento, e rios sobre a terra


seca; derramarei o meu Espírito sobre a tua posteridade, e a minha bênção sobre os teus descendentes.
E brotarão como a erva, como salgueiros junto aos ribeiros das águas.
Este dirá: Eu sou do SENHOR; e aquele se chamará do nome de Jacó; e aquele outro escreverá com a sua mão ao SENHOR, e por sobrenome tomará o nome de Israel.
Assim diz o SENHOR, Rei de Israel, e seu Redentor, o SENHOR dos Exércitos: Eu sou o primeiro, e eu sou o último, e fora de mim não há Deus.
E quem proclamará como eu, e anunciará isto, e o porá em ordem perante mim, desde que ordenei um povo eterno? E anuncie-lhes as coisas vindouras, e as que ainda hão de vir.
Não vos assombreis, nem temais; porventura desde então não vo-lo fiz ouvir, e não vo-lo anunciei? Porque vós sois as minhas testemunhas. Porventura há outro Deus fora de mim? Não, não há outra Rocha que eu conheça. 
                                                                      Tania Misso